A luta pelo controlo do BCE

A campanha para a sucessão de Mário Draghi já está em marcha . embora só esteja prevista para os fins de Outubro de 2019. A Alemanha faz pressão para que seja Jens Weidmann actual presidente do Bundesbank .
 Este já está a preparar o terreno e  até veio dizer agora que aqueles que na Alemanha criticam a política de taxas de juro baixas que  penalizam os reformados e os rentistas (Schauble ) não se deviam esquecer que os alemães não são só os que têm poupanças , mas também os proprietários e os contribuintes que ao contrário têm lucrado bastante com aquela política.
O Bundesbank em recente estudo concluiu que a política dos juros baixos permitiu economizar aos contribuintes alemães 240 milhares de milhão de euros, bem mais que as centenas de milhar estimadas pelo Instituto Leibniz.
Paralelamente continua a campanha para que o BCE reduza , embora progressivamente , a sua política de quantitative easing, mas as pressões deflacionárias e as dificuldades económicas e financeiras tanto na U.E como nos Estados Unidos são tantas que não só obriga os bancos centrais a adiar  mudanças na política , como a navegar à vista .
Depois as eleições alemãs exigem um clima de estabilidade e  que o BCE compre tempo e evite mudanças controversas Como se diz na Alemanha se Merkel for eleita como se prevê  a política na U.E  , na pratica e no essencial vai manter-se com o anuncio simbólico de algumas mudanças para salvar a face a Macron

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