Governo diz ter “certeza” da rejeição da denúncia, mas não tem quórum

O governo, por meio do ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, disse ter “absoluta certeza” de que o plenário da Câmara dos Deputados vai rejeitar a denúncia contra Temer, apresentada pela Procuradoria-Geral da República, por corrupção passiva, na sessão marcada para o próximo dia 2 de agosto. Mas de acordo com o colunista do G1, Gerson Camarotti, o governo não está com toda essa certeza garantida como diz. Com duas pesquisas de opinião constatando que Temer é rejeitado pela população e que sua medidas de retrocesso reduziram a confiança popular a praticamente zero, o governo teme não conseguir o quórum mínimo de 342 deputados para votar contra a denúncia. Isso porque a votação é nominal. Assim como na votação do impeachment, cada parlamentar deverá ir até o microfone e dizer como vota. Tal exposição já está provocando constrangimento à base aliada. De acordo com o colunista, o governo já estuda um plano B. A estratégia cogitada agora é que os deputados aliados só registrem a presença depois da oposição. A ideia é colocar a responsabilidade de garantir o quórum para oposição. No entanto, deputados da oposição entrevistados pelo Portal Vermelho já informaram que a preocupação de garantir o quórum é do governo. […]

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