Teto de gastos corta verbas da fiscalização do trabalho escravo

Aprovado e sancionada em dezembro do ano passado, a emenda constitucional do o teto de gastos, que congela os investimentos por 20 anos, tem provocado o corte de verbas em diversas áreas sociais e de serviços. A mesma mídia que insufla o discurso de que o Estado gasta demais, deu destaque para falta de recursos públicos em serviços como o fechamento de farmácias populares, redução do patrulhamento da Polícia Rodoviária nas estradas e a não emissão de passaportes, este último ficou sem emitir o documento por um mês por falta de verbas. Agora, segundo fiscais do trabalho e entidades ligadas ao combate a esse crime, a fiscalização e combate ao trabalho escravo sofre com o teto imposto por Temer. De acordo com levantamento feito pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), a quantidade de estabelecimentos fiscalizados no primeiro semestre caiu para menos da metade neste ano na comparação com 2016. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) diz que a verba para apurar denúncias acaba em agosto, ou seja, a situação vai se agravar ainda mais no segundo semestre, principalmente no que se refere às fiscalizações em locais distantes das capitais, onde a incidência do crime é ainda maior. […]

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