Caixa imita banca privada e sobe comissões

A partir de Setembro, terminam várias isenções nas comissões de conta. A administração da Caixa Geral de Depósitos decidiu acabar com as isenções e subir as comissões de conta. Novos custos colocam o banco público em linha com as práticas dos privados. As isenções de comissões de conta para quem tem domiciliação de rendimentos (salários ou pensões) ou património superior a 5000 euros vão acabar a partir de 1 de Setembro na Caixa Geral de Depósitos (CGD). A equipa de Paulo Macedo (ex-ministro do PSD e do CDS-PP) quer reduzir drasticamente o número de contas que hoje não pagam comissões, mais de 700 mil. O objectivo é cobrar mais 100 milhões de euros aos clientes do banco público e foi acordado com a Comissão Europeia, no âmbito do plano de reestruturação que Bruxelas exigiu para viabilizar a recapitalização pública da Caixa. Face à imposição de comissões de 4,95 euros (mais imposto do selo), a CGD está a encaminhar os seus clientes para as novas contas S, M e L. Estas têm uma comissão mensal que pode ser inferior e já incluem alguns serviços, como a anuidade de cartões de débito ou de crédito. No entanto, para a generalidade dos que tinham isenção até agora, deverão representar um custo adicional. As isenções […]

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