CTB: Governo não reúne forças para encaminhar MP da reforma

A CTB alertou desde o início que a ruptura democrática implicaria na consolidação do golpe do capital contra o trabalho. Não houve vacilação nem na luta nem na resistência democrática. Contudo, o impeachment foi consolidado. Por Adilson Araújo* Nossa posição sempre foi a de fazer a denúncia do golpe, mas, passado o processo, iniciamos diálogos com as diversas esferas institucionais, inclusive reunindo com o governo, ainda que não reconheçamos a sua legitimidade. Assim foi na luta contra a aprovação da PEC 55; contra a aprovação do PL 4.302, que abre espaço para terceirização irrestrita; no debate e luta contra as reformas da Previdência e Trabalhista. Todos sabem que no último período, ao tempo que a reforma trabalhista era pautada na Câmara dos Deputados e no Senado, um grupo de centrais vinham dialogando com o governo. Inclusive, com esse diálogo é que foi suscitada a proposta de uma Medida Provisória (MP) a ser encaminhada pelo governo, que promoveria ajustes em alguns pontos, entre os quais estaria a proposta de contribuição assistencial a ser aprovada em assembleia. Após a aprovação da reforma trabalhista, o governo ensaiou encaminhar para o Congresso a referida MP. Entretanto, não encontrou guarida, já que Rodrigo Maia declarou […]

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