Centrais propõem alternativa ao fim da contribuição sindical

Representantes do movimento sindical reuniram-se nesta quinta-feira (20) com o presidente Michel Temer e sugeriram uma alternativa ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, medida aprovada com a reforma trabalhista, no último dia 11 de julho. Na pauta da reunião estavam os 5 pontos considerados mais graves da reforma aprovada e sancionada por Temer e que devem ser incluídos e revistos em uma Medida Provisória prometida pelo governo. São eles o trabalho da mulher lactante e gestante em locais insalubres, as regras para o trabalho intermitente, a assistência dos sindicatos na homologação de rescisões de contrato de trabalho, a ampliação de jornada de trabalho e a sustentação financeira dos sindicatos. Proposta fascista “Em uma democracia, há luta, mas ter como objetivo aniquilar o adversário não nos parece o mais correto. E acabar com a contribuição sindical e não colocar nada no lugar é uma proposta fascista”, afirmou o secretário-geral da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes. De acordo com as regras determinadas pela nova lei trabalhista, a partir de janeiro de 2018 os sindicatos não terão mais direito à contribuição obrigatória o que os privará de grande parte de sua receita, podendo inviabilizar a sua existência. […]

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