O comércio local, a Heloísa e a “Gatafunho”

A “Gatafunho” é um mundo. Tinha visitado a loja, no centro histórico de Oeiras, algumas semanas antes de ir encontrar um stand seu na Feira do Livro. 
A “Gatafunho” está num local  de Oeiras que vai definhando, mas ainda lá está. A “Gatafunho” tende a ser um espaço que vale pelo que faz e para onde for já muita gente lhe vai atrás. A “Gatafunho” parece ter deixado de depender do lugar onde está, mas o lugar onde está (o centro histórico) depende muito da “Gatafunho” pois leva lá gente. A “Gatafunho” leva gente ali e também a loja ao lado e aquela outra, e a outra. O mercado? Ah, o mercado confrontado com mais uma superfície comercial a menos de 800 metros (Quinta dos Inglesinhos) está condenado. 
E a “Gatafunho”? Salva-se? Sobrevive? Quem sabe? Quem Sabe? 
Se o comércio local se salvasse teria vida eterna a “Gatafunho”!

Este artigo encontra-se em: CONVERSA AVINAGRADA http://bit.ly/2tIaEyo

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