Sanções da UE contra a Síria são apoio directo a grupos terroristas

O Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros criticou fortemente a União Europeia (UE) por impor novas sanções a cidadãos sírios, sublinhando que tais medidas apenas servem os interesses dos terroristas e ajudam a encobrir os seus crimes. As críticas, veiculadas esta terça-feira por fonte oficial do Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros, surgem depois de, na véspera, a UE ter acrescentado mais oito cientistas e oito militares do país árabe à sua lista negra, pelo alegado envolvimento num ataque com armas químicas na localidade de Khan Shaykhoun (província de Idlib), no qual dezenas de civis perderam a vida, em Abril último. De acordo com as autoridades sírias, as pessoas agora visadas pela UE estão envolvidas em tarefas para fazer avançar «o processo de desenvolvimento e os esforços de contraterrorismo no país», informa a agência Sana. Estas novas sanções, «injustificadas», «surgem no contexto da campanha histérica da UE contra o povo sírio, recorrendo a argumentos inacreditáveis no que respeita ao incidente de Khan Shaykhoun, em que grupos terroristas atacaram civis inocentes com armas químicas», afirmou o representante governamental. As sanções, aplicadas sem que tenha sido concluída a investigação solicitada sobre o alegado ataque, «reflectem a imprudência dos dirigentes da UE, bem como a […]

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