Qual “V”, qual quê? São dois!

Qual quê? Não, não é um “V”! (uso mais o punho erguido)
A imagem (é só contar pelos dedos), referiam-se a dois apontamentos deixados, ontem em Paço de Arcos :

  • o primeiro, lembrando uma Lei que aniquilou mais de 1000 freguesias e criou este “monstro” de uma união de três freguesias, em que Oeiras nada tem a ver com Paço de Arcos e em que Caxias reclama cultura própria. Todas somadas, são cerca de 60 mil almas  a que correspondeu uma redução de eleitos (eram 21, hoje são 7). Adeus proximidade, dizemos nós. Território ingovernável, diziam eles sem nada fazerem para que tal constatação seja consequente e a situação se tenha invertido;
  • o segundo apontamento deixado  tem a ver com recursos. Não falei muito (ouvir também cansa). Fiz comparação com Loures que transfere para as freguesias quase 8% do orçamento, Lisboa cerca de 10% e Oeiras apenas 0,8%… isso, menos de 1%!

Heloísa apenas sorria  pela ironia com que o dizia… 

Este artigo encontra-se em: CONVERSA AVINAGRADA http://bit.ly/2tbUthg

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