CGTP-IN recusa medidas que impliquem despedimentos

A CGTP-IN aguarda até sexta-feira para que o Governo disponibilize as listas dos trabalhadores com vínculo precário, recusando «qualquer medida» que vise contratar parte desses funcionários, mas que implique o despedimento de outros. «Aguardamos até ao final desta semana para que essas listas sejam disponibilizadas, mas desde já queremos transmitir que estaremos nas comissões para resolver definitivamente a situação de cerca de 100 000 pessoas que hoje trabalham para o Estado com vínculos precários», afirmou o secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, após uma reunião do Conselho Nacional da Intersindical que decorreu ontem à tarde, em Lisboa. O dirigente sindical afirmou que a CGTP-IN opõe-se a «qualquer medida» que «vise a vinculação de uns à custa do despedimento de muitos». Em causa está o projecto de lei para a integração trabalhadores com vículos precários na Administração Pública, que, segundo a interpretação da central sindical, «indicia que se abre uma porta para a saída de um número significativo de trabalhadores que não entregou o requerimento». O Governo estima que tenham sido cerca de 22 mil os trabalhadores precários que apresentaram um requerimento para solicitar a sua integração nos quadros da Administração Pública, entre os 100 mil trabalhadores sem vínculo permanente na Administração […]

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