PT/MEO recorre a «expediente fraudulento» para descartar trabalhadores em Viseu

Apesar dos apoios disponibilizados pela autarquia para a criação de 250 postos de trabalho. A PT/MEO pretende passar seis trabalhadores, de Viseu, para uma empresa subcontratada, do grupo Visabeira. Os direitos decorrentes do acordo colectivo só ficam assegurados durante 12 meses. Esta é a segunda vez que a empresa, controlada pela francesa Altice, invoca a reorganização dos seus serviços para descartar trabalhadores a prestar serviço em Viseu para entidades com quem estabeleceu contratos de prestação de serviços, denuncia a comissão concelhia local do PCP. Em comunicado à imprensa, a estrutura lembra que um técnico da direcção de tecnologias de informação de Viseu já foi informado que será transferido para a Winprovit, uma empresa de prestação de serviços. Agora, foram seis os trabalhadores, do departamento de engenheria e implementação da rede de acesso fixa, em Viseu, notificados que, a partir de 22 de Julho, serão «integrados na Atlântico, uma sub-holding da Visabeira», através de um «fraudulento expediente». Também o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT/CGTP-IN) vem denunciando a situação, nomeadamente relativamente à transmissão de trabalhadores para a Winprovit, 37 no total. De acordo com o sindicato, estes só vão ficar com o posto de trabalho garantido durante três anos (apesar de o contrato de prestação de serviços com a PT/MEO ser de cinco anos). Num comunicado recente, o SNTCT lembrava ainda que, no passado, um grupo de trabalhadores da PT saiu para a IBM, […]

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