Fogos no Centro do País causaram «prejuízos directos» de quase 200 milhões

Governo prevê apoio com recurso a fundos do Orçamento do Estado e da União Europeia. Os prejuízos causados pelos incêndios de Pedrógão Grande e de Góis, que começaram no passado dia 17, foram estimados em 193 milhões de euros pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro. Os valores constam do relatório divulgado esta manhã às autarquias de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Penela, Sertã, Pampilhosa da Serra, Ansião, Alvaiázere e Góis, elaborado pela CDDR do Centro. O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, avançou ainda que serão disponibilizados 303 milhões de euros para medidas de prevenção e de relançamento da economia, na apresentação do relatório, esta manhã, em Figueiró dos Vinhos. Os incêndios florestais provocaram danos em 481 habitações, 169 das quais correspondem a primeira habitação. Durante os dias em que os fogos se mantiveram activos, arderam 46 mil hectares, a quase totalidade correspondente a floresta, matos e pastagem. Pedro Marques assegurou que o Estado irá responder a todas as situações que não estejam cobertas por seguro. Os danos em habitações estão estimados em 27,6 milhões de euros. Para suprir os danos em maquinaria e equipamento privado, e perda de material lenhoso, assim como para medidas de estabilização de emergência, o valor apontado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas é de 84 milhões de euros, de acordo com o Público. Em quatro dos nove concelhos atingidos (Pedrógão Grande, Figueiró dos […]

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