Que se (lhe) faça justiça!

Há pouco, na madrugada insomne para que me deu a procura de informação (informar-SE, informar-SE!), corria e aproveitava a Economia do Expresso quando deparei, na discutível coluna dos “ALTOS E BAIXOS”, com uma cara que pouco tem aparecido e com uma notícia que, se não me deu alegria, me trouxe algum conforto:
Este ca valheiro é, como é bem dizer, um caso paradigmático. Depois de uma participação governamental “exemplar”, que terminou com esse “negócio já de si bastante polémico” de “ajuste directo a um mês das eleições legislativas”, teve logo logo o prémio de ser contratado para o Banco de Portugal para liderar a venda do Novo Banco, onde não se terá poupado a esforços negociais evidentemente muito bem remunerados. 
Face a este “sinal” vindo da PGR, sei que é esperar muito… mas que se (lhe) faça justiça!

Este artigo encontra-se em: anónimo séc. xxi http://bit.ly/2t8Ez2O

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