O barranco chama-se federalismo

Macron e S. Mateus

«Ao avançar para uma muito maior integração dos países da Zona Euro, que são essencialmente os do Ocidente e Sul da Europa, a criação de um Parlamento da Zona Euro, ou um ministro das Finanças comum, [Macron]concretizaria a Europa a duas velocidades e consagraria uma das várias linhas de fronteira que hoje dividem a Europa. Deixaria de fora sobretudo as nações do Centro e Leste europeu, cavando a fractura que mais se alarga hoje na UE.»

perante isto, até  Juncker
faz figura de ajuizado

«As propostas de Macron não são revolucionárias – recuperam ideias que há muito circulam. E que são espinhosas, como alertou Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, ilustrando os seus riscos com o exemplo dos efeitos da existência de um euroministro das Finanças: “Teria o direito de alterar os orçamentos nacionais? Poderia interferir nas escolhas orçamentais aprovadas pelos Parlamentos de cada país?”, interrogou. “É preciso pensar duas vezes antes de se lançar como um desesperado nesta selva que é uma floresta ultraperigosa”, declarou.« (no Público)

“Deixai-os; cegos são e condutores de cegos; e se um cego guia a outro cego, ambos vêm a cair no barranco”(S. Mateus)

Este artigo encontra-se em: o tempo das cerejas 2 http://bit.ly/2rktzPx

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