Fátima, a versão oficial dos factos

 

Um meu amigo (e que é até mais que isso) costuma, no seu espaço, tratar questões sérias com uma quase leviana ironia e tratar coisas de gargalhada com uma “boa patada” salientado o lado errado do rir de coisas sérias, mas risíveis.
Em Março passado, rigorosamente no dia 5, a um domingo, surpreende-me com um documento histórico devidamente enquadrado por uma curta introdução, assim:
«Faz cem anos sobre as chamadas aparições de Fátima. Tenciono assinalar aqui o centenário com o que me ocorrer à pena. 
Começo por transcrever este texto, primeiro porque não o consegui encontrar na Internet o que, se não é inabilidade minha, considero uma grande falta; segundo porque se trata dum documento único relativamente à versão oficial dos factos; terceiro porque entendo que há que recuperar a imagem do seu autor enquanto vítima duma história tão mal contada.»
 
Artur de Oliveira Santos escreveu este relatório em 31 de Outubro de 1924. 
Extraído de Tomás da Fonseca, Fátima: Cartas ao Patriarca de Lisboa, Rio de Janeiro, Editorial Germinal, 1955,pp.365-377.»
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Este artigo encontra-se em: CONVERSA AVINAGRADA http://bit.ly/2plTNnu

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